Irmã de Angela Bismarchi passava por problemas



A escrivã da Polícia Federal Angelina Filgueiras, irmã da peoa Angela Bismarchi, que atirou contra si e morreu durante briga com o ex-marido no sábado (16), passava por tratamento psiquiátrico, segundo o irmão delas Angelino Santos pouco antes do sepultamento. O enterro acontece no cemitério de Inhaúma, na zona norte do Rio.
— Minha irmã estava passando por problemas psiquiátricos, estava passando por crises e até tiraram a arma dela, porque já havia tentado suicídio. No dia da tragédia, ela estava vindo do psiquiatra. O médico pediu para o namorado ficar com ela.



O velório aconteceu na capela cinco do cemitério. Muito abalados, parentes e amigos davam o último adeus a Angelina. A filha adotiva dela, Thamires, de 16 anos, que estava na casa no momento da tragédia chegou ao local cercada por familiares.

Angelino falou sobre o ex-marido de Angelina, que não aceitava o fim do relacionamento. Márcio Luiz Dias da Fonseca invadiu a casa de Angelina, onde ela estava com o namorado, e armado começou uma briga com o casal. Angelina desarmou o ex e atirou contra o próprio peito. Em seguida, o namorado dela, o engenheiro Jolmar Vagner Alves Milato, tomou a arma e matou o ex-marido. Ele alega legítima defesa.
— Eu tenho pena dele. Ele não se conformava com o final do relacionamento. Ele era muito descontrolado e não aceitava a perda.

Histórico de conflitos

O delegado responsável pelas investigações, Gabriel Ferrando, ouviu, de maneira informal, parentes e amigos que relataram que o ex-marido Márcio teria feito ameaças à irmã de Angela Bismarchi e ao namorado dela.

— Já há histórico de conflitos entre Angelina e o ex-marido, que não aceitava o término do relacionamento e ameaçava o atual namorado dela, bem como a própria Angelina.

O delegado diz que ainda faltam depoimentos para que a primeira versão do crime seja confirmada. De acordo com o titular da 81ª DP de Itaipu, o que foi contado pelo namorado de Angelina precisa ser confrontado com depoimentos de vizinhos, familiares e da filha adotiva de Angelina.

Os investigadores buscam também possíveis imagens de câmeras de segurança da rua onde Angelina morava, em Itaipu, bairro da região oceânica de Niterói.
Jolmar não foi indiciado, mas deve responder por homicídio. Após prestar depoimento, ele foi liberado por não ter antecedentes criminais e por ter apresentado espontaneamente.

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